Visão geral (~34 m/px)
1.167 polígonos preenchidos com 9 bandas de profundidade coloridas.
Isolinhas batimétricas vetoriais e linha de costa da Grande Florianópolis, derivadas de dados de sonar crowdsourced. Download gratuito em GeoJSON — formato aberto, universal e pronto para qualquer software GIS.
Arquivos GeoJSON prontos para uso — basta baixar e abrir no QGIS, Google Earth, Leaflet, geopandas ou qualquer ferramenta GIS.
Cada polígono representa uma área contígua de mesma faixa de profundidade, com cor de preenchimento. Ideal para visualização direta.
1.167 polígonos preenchidos com 9 bandas de profundidade coloridas.
4.420 polígonos preenchidos. Bom equilíbrio entre detalhe e tamanho.
22.870 polígonos preenchidos. Detalhe fino para áreas específicas.
217.041 polígonos preenchidos. Resolução submétrica.
Linhas de contorno entre bandas de profundidade adjacentes. Útil para análises geoespaciais e sobreposição.
4.284 isolinhas batimétricas com 9 bandas de profundidade. Ideal para panorama regional.
33.469 isolinhas batimétricas com 9 bandas de profundidade. Bom equilíbrio entre detalhe e tamanho.
459 segmentos do contorno terra/água da Ilha de Santa Catarina.
7.053 segmentos do contorno terra/água com maior precisão.
Arquivos maiores, disponíveis via GitHub Releases.
145.237 isolinhas batimétricas. Ideal para análise detalhada de áreas específicas.
1.272.324 isolinhas batimétricas. Resolução submétrica, máximo nível de detalhe disponível.
32.459 segmentos do contorno terra/água com alta precisão.
143.819 segmentos do contorno terra/água na resolução máxima.
Cada isolinha separa duas bandas adjacentes de profundidade relativa. São 9 bandas no total.
Cada feature GeoJSON tem propriedades band_shallow, band_deep, depth_label e color.
Dados batimétricos da Ilha de Santa Catarina em múltiplos níveis de detalhe.
| Nível | Isolinhas | Costa | Resolução |
|---|---|---|---|
| Visão geral | 4.284 | 459 | ~34 m/px |
| Detalhe médio | 33.469 | 7.053 | ~8.5 m/px |
| Alto detalhe* | 145.237 | 32.459 | ~2.1 m/px |
| Máximo detalhe* | 1.272.324 | 143.819 | ~0.5 m/px |
* Gerar localmente com python3 scripts/vectorize_tiles.py --zoom 16 18
GeoJSON é um padrão aberto (RFC 7946) suportado por praticamente qualquer ferramenta geoespacial.
Abrir direto como camada vetorial
Importar como overlay de dados
Carregar via L.geoJSON() ou fonte
geopandas, shapely, fiona
sf::st_read() direto do arquivo
ogr2ogr para importar no banco
Suporte nativo a GeoJSON
Visualização 3D no browser
Exemplos rápidos para carregar as isolinhas nos ambientes mais comuns.
import geopandas as gpd gdf = gpd.read_file('data/vectorized/isobaths_z14.geojson') # Filtrar isolinhas mais fundas (band_deep >= 6) deep = gdf[gdf.band_deep >= 6] deep.plot(column='band_deep', cmap='Blues')
fetch('data/vectorized/isobaths_z12.geojson') .then(r => r.json()) .then(data => { L.geoJSON(data, { style: f => ({ color: f.properties.color, weight: 1 }) }).addTo(map); });
Curvas que conectam pontos de mesma profundidade no fundo do mar — equivalentes às curvas de nível em mapas topográficos. Cada isolinha neste dataset separa duas bandas de profundidade relativa.
São derivados de dados batimétricos crowdsourced, gerados a partir de leituras de sonar enviadas por navegadores ao redor do mundo. Os dados foram vetorizados em isolinhas e linha de costa.
Não. Os arquivos GeoJSON são texto puro — basta baixar e abrir no software de sua preferência (QGIS, Google Earth, Leaflet, geopandas, etc).
Sim. As isolinhas mostram variações de profundidade e relevo do fundo na região da Ilha de Santa Catarina — útil para encontrar pesqueiros, lajes, canais e estruturas subaquáticas.
Não. São 9 bandas relativas (band 0 = mais raso até band 8 = mais fundo). As isolinhas indicam onde a profundidade muda de faixa, não o valor exato em metros.
EPSG:4326 (WGS84) — o mesmo usado por GPS, Google Maps e OpenStreetMap.